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A história de Vanderlei Cordeiro de Lima


Aviãozinho, despedida e recomeço
Foi também com aviãozinho que Vanderlei se despediu da carreira profissional, na São Silvestre de 2008, fazendo festa com a torcida por todo o percurso. Cruzou a linha de chegada em 102º lugar, com o tempo de 52min12, mas o resultado pouco importou. O que valeu mesmo foi a comemoração com o público. Aos 39 anos, o ainda único brasileiro medalhista olímpico na maratona, se emocionou.

Divulgação
Vanderlei - São Silvestre 2008

 

"Estou bastante feliz. Foi bonito sair pela porta da frente, sendo aplaudido por tudo o que eu fiz. Me senti um grande campeão, com todo mundo aplaudindo e pedindo para eu não parar. Que bom que tantas pessoas fizeram parte desta festa. Nem na Olimpíada fui tão aplaudido. Nunca vou esquecer este dia", afirmou Vanderlei, confessando que segurou o choro por duas vezes na prova. "E me controlei muito no fim da prova porque era o momento de ficar alegre, de usufruir da festa de despedida."

 

Apesar de ser a despedida da carreira profissional, para Vanderlei teve gosto de "até breve". "Não é um adeus, é um até logo. O atletismo é minha vida e não conseguirei ficar fora desse meio. O mais importante é a história que construí nesse esporte. Foi uma trajetória de superação, em que vivi muitos momentos que me marcaram. Sempre fui um atleta privilegiado, por trabalhar com pessoas que acreditaram no meu trabalho, como a B3 Atletismo e meus patrocinadores. Hoje, o atletismo é um esporte nacional e fico feliz por ter dado a minha pequena contribuição." 

 

Fontes: Vanderlei Cordeiro de Lima - A Maratona de Uma Vida, de Renata Adrião D''Angelo, Casa da Palavra; pesquisa e entrevistas

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