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Ao fim da temporada, atletas da B3 têm bons resultados e presença nas principais competições de 2017


Em setembro, atletas entram no merecido período de descanso, para daqui um mês retomarem os treinos com foco para 2018


São Caetano do Sul - Ao fim da temporada competitiva de 2017, a primeira do ciclo olímpico para Tóquio/2020, os integrantes da B3 Atletismo entram no merecido descanso - já que, em outubro, começam os treinamentos de base para 2018 -, após conquistarem bons resultados e marcarem presença nas principais competições do ano.


A equipe passou por uma grande renovação, com 15 novos integrantes - a maioria, jovens talentos - no grupo de 57 atletas. E também um novo nome: em 30 de março, como resultado da combinação de atividades entre BM&FBOVESPA e Cetip, nasceu a B3 S.A. - dessa forma, o nome B3 Atletismo foi adotado em substituição a Clube de Atletismo BM&FBOVESPA. A estreia do novo nome ocorreu no Troféu Brasil, em junho.


Dentro das pistas, a B3 Atletismo conquistou recordes sul-americanos, brasileiros e muitos atletas atingiram seus recordes pessoais. Além disso, os integrantes da B3 marcaram presença na seleção brasileira nas principais competições de 2017: Mundial de Revezamentos de Nassau (Bahamas), em abril; Campeonato Sul-Americano de Assunção (Paraguai), em junho; e Mundial de Londres (Inglaterra), em agosto.


Érica de Sena melhorou seu recorde sul-americano da marcha atlética 20 km com o 4º lugar no Mundial de Londres (1h26min56) - o resultado também lhe garantiu o inédito título do Circuito Mundial da IAAF. Já Darlan Romani, que era recordista brasileiro do arremesso do peso, passou a ser dono do recorde continental ao vencer o Grande Prêmio Brasil, em junho - melhorou sua marca de 21,02 m para 21,82 m. Thiago do Rosário André, 7º colocado nos 800 m no Mundial de Londres, bateu o recorde sul-americano sub-23 dos 1.500 m, melhorando um resultado que pertencia a Joaquim Cruz desde 1985.

 

Mariana Marcelino também apresentou uma importante evolução no lançamento do martelo. Entrou em 2017 como recordista brasileira da prova, com a marca de 64,90 m. Mas melhorou seu resultado três vezes durante o ano - em Buenos Aires, em março, na Croácia, em maio, e finalmente, no Troféu Brasil, em junho, onde alcançou os atuais 67,02 m.

 

Vários atletas, ao conquistarem suas melhores marcas pessoais no ano, também superaram importantes barreiras no que se refere a resultados. Vitória Rosa correu os 200 m pela primeira vez abaixo dos 23s; Márcio Teles tornou-se o quarto brasileiro a correr abaixo dos 49s nos 400 m com barreiras; Alexander Russo entrou pela primeira vez na casa dos 45s nos 400 m.  

 

A B3 Atletismo, comprometida com o desenvolvimento do Brasil pelo esporte, tem parceria com CAIXA, Prefeitura de São Caetano e Nike.



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