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O Clube

O Clube é Brasil


Glória para o atletismo brasileiro


Foto:  Agência Estado - AP
Fabiana ganha título mundial em Doha

 

A saltadora Fabiana Murer também é prata da casa. Chegou em 1997, patrocinada pelo Programa de Incentivo ao Atletismo, com ar de menina, aos 16 anos, numa época em que sua prova, o salto com vara, não tinha tradição no Brasil. No Clube desde o início (2002), subiu todos os degraus até o recorde sul-americano do salto com vara (com 4,87 m, em 2016, seu último ano de carreira) e os títulos mundiais indoor (Doha/2010) e outdoor (Daegu/2011) - é a única brasileira do atletismo campeã mundial ao ar livre na história. Também veste a camisa do Brasil na conquista do Pan-Americano do Rio, em 2007. Fabiana é bicampeã da Diamond League (2010 e 2014), levando o nome do atletismo brasileiro ao circuito internacional.

 

 

 

 

Agência Luz/BM&FBOVESPA
Duda com o ouro do Mundial de Sopot/2014

Com Mauro Vinícius Hilário da Silva, o Duda, o Brasil voltou a vencer em Mundiais Indoor, 25 anos depois do título de Zequinha Barbosa nos 800 m em Indianápolis/1987. Em Istambul, na Turquia, o saltador em distância do Clube de Atletismo BM&FBOVESPA marcou 8,23 m para conquistar a medalha de ouro em sua estreia em Mundiais. Duda, voltou a conquistar a medalha de ouro no salto em distância em um Mundial Indoor, em Sopot, na Polônia, tornando-se o primeiro bicampeão mundial indoor do Brasil e igualando o próprio recorde brasileiro, com 8,28 m.

 

 

 

Wagner Carmo/COB
Ana Cláudia no Pan-Americano de 2011

Ana Cláudia Lemos Silva chegou ao Clube em 2010 e transformou-se na rainha da velocidade do atletismo do Brasil. Com a marca de 11s17, nas eliminatórias dos 100 m do Sul-Americano Sub-23 de Medellín, em 2010, igualou o recorde sul-americano de Lucimar Moura, que durava havia 11 anos; na mesma temporada, quebrou o recorde sul-americano, com 11s15. Em 2011, foi a vez de baixar o recorde sul-americano dos 200 m, com 22s48, no Troféu Brasil. A ascensão não parou em em 2015, quando Ana Cláudia voltou a estabelecer nova marca continental nos 100 m, com 11s01, numa competição disputada em Walnut, EUA, em abril. O recorde foi quebrado três meses depois pela equatoriana Angela Tenorio, que se tornou a primeira mulher sul-americana a correr abaixo dos 11s (10s99, no Pan de Toronto).

 

 

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