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BM&F Bovespa

O Clube

História


 

 

O Clube foi criado em 2002, como Clube de Atletismo BM&F. Em 2008, com a integração entre BM&F e BOVESPA, passou a chamar-se Clube de Atletismo BM&FBOVESPA. Em 30 de março de 2017, uma nova mudança: o clube agora é B3 Atletismo. O nome é consequência do nascimento da B3 S.A., resultado da combinação de atividades entre BM&FBOVESPA e Cetip.

 

Em 2010 o Clube de Atletismo passou a integrar o Instituto BM&FBOVESPA. Entre as missões do Instituto está a promoção do investimento social privado, por meio de projetos de responsabilidade social e ambiental, e o desenvolvimento nacional, por meio do esporte e da educação profissionalizante.

 

Em 2011, o Clube de Atletismo BM&FBOVESPA lançou o projeto Categoria de Base. Voltado para a iniciação e a formação de atletas, visa ao desenvolvimento integral no esporte, num processo que se inicia aos 6 anos e pode chegar ao alto rendimento. O Clubinho, no Espaço Esportivo e Cultural de Paraisópolis (SP), é integrado ao Instituto BM&FBOVESPA, com aulas voltadas para a iniciação no atletismo, de forma lúdica, com professores treinados e equipamentos adequados à idade, de 6 a 11 anos. A Formação, para crianças e adolescentes de 12 a 18 anos, visa ao desenvolvimento de núcleos que já atuam com atletismo, com aporte financeiro para infraestrutura, bolsas, capacitação e coordenação técnica.

 
Em 2012, o Clube de Atletismo BM&FBOVESPA comemorou os dez anos de existência, marcados por conquistas importantes e pela inauguração do Centro de Treinamento, em São Caetano do Sul (SP), com estrutura de última geração e um projeto idealizado para utilizar recursos sustentáveis. Mauro Vinícius Hilário Lourenço da Silva, o Duda, conquistou a medalha de ouro no salto em distância no Mundial Indoor de Istambul e Thiago Braz, do salto com vara, tornou-se campeão mundial juvenil em Barcelona.

 

O Clube de Atletismo BM&FBOVESPA, que passou a contar com três campeões mundiais, ainda fechou o ano com o quinto lugar de Marílson Gomes dos Santos na maratona olímpica, o melhor resultado do atletismo brasileiro nos Jogos de Londres.

 

Em 2013, o Clube continuou em destaque no cenário nacional e internacional do atletismo com Mauro Vinícius da Silva, o Duda, primeiro bicampeão mundial indoor da história do atletismo brasileiro. Duda ganhou mais um título mundial no salto em distância, em Sopot (POL), com 8,28 m, e comemorou no centro de São Paulo, na sede da BM&FBOVESPA - mostrou a medalha e recebeu 300 gramas de ouro das mãos do diretor presidente Edemir Pinto, um reconhecimento à conquista. Thiago Braz e Fabiana Murer - ambos tiveram seu desenvolvimento no salto com vara no Clube BM&FBOVESPA - voltaram do Mundial com as quartas posições em suas provas. Cinco atletas do Clube BM&FBOVESPA integraram as seleções que disputaram o Mundial de Revezamentos de Nassau, Bahamas: Hugo Balduíno de Sousa, Wagner Cardoso, Jonathan Henrique da Silva e Jailma Sales de Lima, nas equipes do 4x400 m, além de Vanusa Henrique dos Santos, no 4x100 m. E o Brasil classificou as equipes para o Mundial de Pequim, na China, em 2015.

 

Muito importante em 2014 foi a evidência de que o trabalho desenvolvido com jovens atletas começou a dar resultados. Os jovens atletas fizeram bonito no Mundial Juvenil de Eugene, nos Estados Unidos. Além da medalha de ouro de Izabela Rodrigues da Silva no lançamento do disco, Thiago do Rosário André conquistou dois quartos lugares, nos 800 m e nos 1.500 m, e Núbia Aparecida Soares chegou até a final do salto triplo. E o ano ainda reservou o bicampeonato de Fabiana Murer, no salto com vara, na Diamond League, o mais importante circuito internacional do atletismo.

 

Em 2015, velocistas do Clube integraram os revezamentos 4x100 m, feminino e masculino, e 4x400 m, feminino e masculino, que asseguraram vaga olímpica para o Brasil em 2016, no Mundial de Revezamentos de Nassau (BAH). Ana Cláudia bateu o recorde sul-americano nos 100 m rasos (11s01) e Fabiana Murer, o recorde continental indoor do salto com vara (4,83 m). A temporada ao ar livre no país começou com o Clube de Atletismo BM&FBOVESPA conquistando o seu 14º título consecutivo de campeão do Troféu Brasil de Atletismo.


Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, o Clube de Atletismo BM&FBOVESPA contribuiu com mais da metade das medalhas brasileiras - foram oito dos 14 pódios. Destaque para Juliana Gomes dos Santos, que voltou a disputar uma edição do torneio após a gravidez do filho Miguel, e conquistou a medalha de ouro na prova dos 5.000 m. Foram quatro medalhas de prata, com Fabiana Murer (salto com vara), Keila Costa (salto triplo), Ronald Julião (lançamento do disco) e Gustavo Machado dos Santos (revezamento 4x100 m). Subiram ao pódio para o bronze: Jucilene Sales de Lima e Júlio César Miranda de Oliveira, no lançamento do dardo, e Luiz Alberto de Araújo, no decatlo, com marca que lhe garantiu índice para competição olímpica de 2016.


Pouco depois do Pan no Canadá, o Clube celebrou mais uma grande conquista: Fabiana Murer tornou-se a primeira brasileira a conquistar duas medalhas em Mundiais ao ar livre. A saltadora conquistou a prata no Mundial de Pequim, em agosto, igualando mais uma vez seu recorde sul-americano (4,85 m). Fabiana terminou o ano como vice-líder do ranking mundial e celebrando sua 10ª temporada entre as dez melhores atletas do mundo no salto com vara.


Em 2016, todas as atenções do mundo do esporte estiveram voltadas para os Jogos Olímpicos do Rio - e, no Clube, não foi diferente. Na busca pela classificação para a Olimpíada, nossos atletas conseguiram resultados marcantes e muitos recordes, nacionais e continentais.


Wagner Domingos, o Montanha, bateu três vezes o recorde brasileiro do lançamento do martelo durante a temporada, até chegar ao recorde sul-americano (78,63 m) em junho, marca que lhe garantiu nos Jogos do Rio. Juliana Paula Gomes dos Santos tornou-se a principal atleta do país nos 3.000 com obstáculos, superando duas vezes o recorde sul-americano e, assim como Montanha, também se classificou para sua primeira Olimpíada. E, em seu último ano como atleta profissional, Fabiana Murer mostrou, mais uma vez, o seu talento: encerrou a carreira com mais um recorde continental do salto com vara (4,87 m).


O Troféu Brasil, disputado em São Bernardo do Campo no início de julho, foi a competição que encerrou o período para obtenção de índices olímpicos. O Clube, 14 vezes campeão nacional, terminou a edição de 2016 com a vice-colocação, apenas 2,5 pontos atrás do Pinheiros, o campeão, brigando pelo título até a última prova.


Após o principal torneio de clubes do país e a convocação da seleção olímpica pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), 20 atletas carimbaram o passaporte para a Olimpíada. Dessa forma, o Clube BM&FBOVESPA se tornou o segundo maior provedor de atletas para o Time Brasil.


Nos Jogos, atletas do Clube alcançaram resultados históricos, como o 5º lugar de Darlan Romani no arremesso do peso (com 21,02 m, recorde brasileiro), o 10º lugar de Luiz Alberto de Araújo no decatlo e o 12º lugar de Wagner Domingos no lançamento do martelo. Ao fim dos Jogos, Fabiana Murer e Marílson Gomes dos Santos anunciaram a aposentadoria do esporte, mas foram convidados a permanecer no Clube como dirigentes. Fabiana tratará de relações institucionais e Marílson trabalhará com as categorias de base.


Fontes:
Herói por Nós - Adhemar Ferreira da Silva, o Ouro Negro Brasileiro, de Tânia Mara Siviero, da BM&F Brasil, 2000; pesquisa e entrevistas por Contrapé Informação e Comunicação

 

 

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